Programa de deteção precoce: Cancro colorretal
O cancro do cólon é o terceiro tipo de cancro mais frequente. No entanto, é curável em 90% dos casos se for diagnosticado atempadamente.
Para este diagnóstico precoce, existem diferentes exames. A Clínica dispõe da mais recente tecnologia de diagnóstico para o detetar, inclusive de forma não invasiva através de cápsula endoscópica em doentes mais frágeis.
Para tratar com sucesso um cancro do cólon, não é apenas importante a rapidez do diagnóstico, mas também a agilidade na definição do tratamento adequado. Por este motivo, os médicos trabalham em equipas multidisciplinares, procurando oferecer uma solução rápida e eficaz para cada caso.
Dispomos de uma vasta experiência e excelentes resultados no tratamento do cancro colorretal. Na Clínica, a doença é controlada em 98% dos doentes, com uma sobrevivência global de 90%.
A Clínica dispõe de uma Unidade de Prevenção e Consulta de Alto Risco de Tumores Digestivos, cujo objetivo é determinar, nos familiares dos doentes, a possibilidade de desenvolver a doença tumoral através de um teste genético e, nesse caso, assegurar o seguimento adequado para prevenir o seu aparecimento.

Pretende realizar este programa de prevenção?
Solicite uma consulta para ser avaliado pelos nossos especialistas
Porquê na Clínica Universidad de Navarra
Rapidez e precisão
O processo diagnóstico integra a biologia molecular tumoral para obter o diagnóstico mais completo no menor tempo possível.
Equipa especializada
Profissionais de diferentes especialidades trabalham de forma conjunta e coordenada para oferecer aos doentes a melhor solução em cada caso.
Tecnologia de vanguarda
Todos os exames diagnósticos e tecnologia de última geração para alcançar um diagnóstico rápido e preciso da doença.
Experiência
A Clínica é pioneira no Programa de Deteção Precoce do Cancro Colorretal.
Conheça o Programa de Deteção Precoce do Cancro do Cólon
Em que consiste?
- Consulta médica.
- Questionário específico de antecedentes pessoais e familiares.
- Análises sanguíneas.
- Colonoscopia endoscópica ou virtual em pessoas com mais de 50 anos, ou mais cedo se existirem antecedentes familiares.
A quem se destina?
O Programa destina-se a pessoas com mais de 50 anos.
20% dos doentes com cancro do cólon têm um familiar próximo (pais, irmãos ou filhos) diagnosticado com cancro do cólon.
Por este motivo, é importante conhecer os antecedentes para avaliar se é necessário um controlo mais rigoroso.
Diagnóstico e tratamento do Cancro do Cólon na Clínica Universidade de Navarra
Para chegar ao diagnóstico de cancro colorretal, é necessário visualizar diretamente o cólon para avaliar a existência de lesões e, se for o caso, recolher uma amostra para análise:
- Colonoscopia convencional.
- Cápsula endoscópica.
- Ecoendoscopia retocolónica.
- Colonoscopia virtual.
Outros exames que podem ser realizados para avaliar se a doença se disseminou incluem:
- Radiografia do tórax.
- TAC ou scanner.
- Ressonância magnética.
- PET.
Tratamento cirúrgico: remoção do tumor por via convencional ou laparoscópica
O objetivo é remover o tumor com margens suficientemente amplas, incluindo os principais vasos arteriais e venosos que irrigam o segmento intestinal onde se localiza o tumor, bem como os gânglios linfáticos regionais.
A resseção pode ser realizada por via convencional ou por cirurgia laparoscópica, com uma incisão menor e um pós-operatório mais rápido.
Após a remoção, o tumor é analisado no Departamento de Anatomia Patológica. Dependendo das suas características, pode ser necessário administrar quimioterapia e/ou radioterapia como complemento à cirurgia.
Tumor com metástases
Quando o cancro do cólon se dissemina, uma das localizações mais frequentes de metástases é o fígado. O objetivo do tratamento é a resseção cirúrgica das metástases hepáticas e do tumor primário, uma vez que tal aumenta a sobrevivência do doente.
Quando as metástases não são passíveis de cirurgia, podem ser realizados outros tratamentos para controlar a doença:
- Quimioterapia combinada com novas terapias biológicas, de acordo com a expressão molecular do tumor.
- Quimioterapia intra-arterial, para atingir de forma mais seletiva os focos de doença metastática, permitindo maior concentração do fármaco sem aumento da toxicidade e favorecendo uma melhor resposta.
- Radioembolização de metástases hepáticas com esferas de ítrio, permitindo consolidar as lesões hepáticas após quimioterapia quando não são passíveis de resseção cirúrgica.
Os melhores profissionais ao seu dispor
Constituída por especialistas de Gastrenterologia, Oncologia Médica, Oncologia Radioterápica, Cirurgia Geral, Radiologia, Medicina Nuclear, Anatomia Patológica e acompanhamento por enfermeiros especializados.