Cancro da pele não melanoma
"No cancro de pele localizado e detetado precocemente, as taxas de sobrevivência são muito elevadas, superiores a 80 ou 90%."
DR. EDUARDO CASTAÑÓN ÁLVAREZ
COORDENADOR. ÁREA DE CANCRO DA PELE E MELANOMA

O cancro da pele é um dos tumores de maior incidência no ser humano, no entanto, importa salientar o seu carácter prevenível e curável. O cancro da pele não melanoma corresponde a todos os tipos de cancro da pele que não são melanomas.
Na maioria dos casos, o cancro da pele não melanoma surge em pessoas com mais de 30 anos e, principalmente, naquelas com exposição solar importante, queimaduras frequentes ou que apresentam pele clara que se pigmenta com dificuldade.
Existem diferentes tipos de cancro da pele não melanoma, sendo os mais comuns o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. As causas que provocam o aparecimento do cancro da pele são a exposição solar e, em alguns casos, a herança genética.
O prognóstico de cura dependerá da deteção precoce e da correta excisão, que favorecem a cura do cancro da pele. Os nossos especialistas são peritos na realização da cirurgia de Mohs, uma técnica microscópica de grande complexidade que proporciona melhores resultados de cura do que as técnicas convencionais.

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Sintomas do cancro da pele não melanoma
Cada tipo de cancro cutâneo tem manifestações próprias, mas todos têm em comum o aparecimento de lesões na pele que vão crescendo gradualmente.
Sintomas no caso do carcinoma basocelular
Surge habitualmente numa zona da pele exposta de forma crónica ao sol, sob a forma de uma lesão ulcerada, perolada ou, simplesmente, como uma alteração da coloração cutânea, sem que exista antecedente de uma lesão pré-maligna prévia.
Sintomas no caso do carcinoma espinocelular
Por outro lado, o carcinoma espinocelular apresenta-se, maioritariamente, como uma lesão crostosa sobre uma pele avermelhada (queratose actínica) e que, com o tempo, o crescimento e, por vezes, a hemorragia, podem evidenciar uma transformação maligna.
Sintomas no caso da mucosa labial
Noutros casos, como nas mucosas e, em particular, na mucosa labial, surgem placas esbranquiçadas pré-malignas (leucoplasia), como consequência de uma exposição solar intensa nessa zona ou de um hábito tabágico de muitos anos.
Quando este tipo de tumor evolui para neoplasia cutânea, caracteriza-se clinicamente como uma lesão tumoral excrecente (saliente), que pode ulcerar e que frequentemente se acompanha de hemorragia.
Apresenta algum destes sintomas?
Se suspeitar que apresenta algum dos sintomas mencionados,
deve recorrer a um especialista médico para o seu diagnóstico.
Quais são as causas do cancro da pele?
Em primeiro lugar, está estabelecido que a radiação solar é o fator mais importante. Este papel tão relevante evidencia-se pelo aparecimento deste tipo de neoplasias em pessoas com uma exposição solar significativa ao longo da vida e, além disso, pelo surgimento destas neoplasias em áreas anatómicas expostas à luz solar.
Em segundo lugar, em muitos casos, o aparecimento de um cancro cutâneo é determinado por um fator genético, quando existem antecedentes familiares de neoplasias.
Prognóstico do cancro da pele não melanoma
A deteção precoce e a excisão correta favorecem a cura do cancro da pele. Nem todos os cancros da pele têm o mesmo prognóstico. Além disso, um mesmo tipo de cancro, consoante esteja mais ou menos avançado, terá um prognóstico pior ou melhor.
Carcinomas basocelulares. Em muitos casos, este tipo de cancro da pele cura-se com a excisão correta da totalidade do tumor. Além disso, como este tipo de neoplasia muito raramente produz metástases, uma cirurgia adequada elimina completamente a doença.
Carcinoma espinocelular. O carcinoma espinocelular pode produzir metástases, principalmente nos tumores de longa evolução. No entanto, se a excisão cirúrgica for realizada de forma precoce, o prognóstico é geralmente bom na maioria dos casos.
Como se diagnostica o cancro da pele não melanoma?
A nossa experiência permite-nos detetar esta patologia em estadios precoces e oferecer maiores possibilidades de cura. Uma observação minuciosa e detalhada pelo dermatologista é suficiente para realizar um diagnóstico precoce de lesões pré-malignas e indicar um tratamento em função do tipo de lesão.
O Departamento de Dermatologia da Clínica Universidad de Navarra dispõe da tecnologia mais avançada para o diagnóstico e tratamento desta patologia. Os dermatoscópios com epiluminescência permitem-nos examinar os nevos obtendo informação mais detalhada do que a simples inspeção ocular.
Além disso, é possível digitalizar essa informação para utilização em revisões futuras e para realizar estudos comparativos da pele e das lesões apresentadas.
Tratamento do cancro da pele não melanoma
Cirurgia de Mohs
Na Clínica somos especialistas em cirurgia de Mohs, controlada ao microscópio. Trata-se de uma técnica de grande complexidade e especialização, mas que proporciona os melhores resultados.
Esta técnica é muito delicada e requer pessoal altamente especializado. É aplicada em casos como neoplasias de grande dimensão, de longa evolução ou naquelas com várias recidivas locais por excisão incompleta.
O Departamento de Dermatologia da Clínica Universidad de Navarra tem grande experiência neste tipo de cirurgia. Proporciona o mais elevado índice de cura, em comparação com as técnicas tradicionais.
Rhenium-SCT
O Rhenium-SCT é uma terapia inovadora para o tratamento de cancros da pele não melanoma, como o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular.
Utiliza uma resina que contém o radioisótopo rénio-188, que emite radiação beta de curto alcance, permitindo atacar as células cancerígenas de forma precisa e minimizando o dano nos tecidos saudáveis circundantes.
O Rhenium-SCT está disponível na Área de Cancro da Pele e Melanoma do Cancer Center Clínica Universidad de Navarra, onde uma equipa multidisciplinar avaliará a melhor opção terapêutica para cada doente, garantindo uma abordagem personalizada e segura.
O Departamento de Dermatologia
da Clínica Universidad de Navarra
O Departamento de Dermatologia da Clínica Universidad de Navarra dispõe de uma vasta experiência no diagnóstico e tratamento das doenças dermatológicas.
Temos uma ampla experiência em tratamentos cirúrgicos de elevada precisão, como a cirurgia de Mohs. Este procedimento requer profissionais altamente especializados.
Dispomos da mais recente tecnologia para o tratamento dermoestético das lesões cutâneas, com o objetivo de alcançar os melhores resultados para os nossos doentes.
Doenças que tratamos

Porquê na Clínica?
- Especialistas em Cirurgia de Mohs para o tratamento do cancro cutâneo.
- Dispomos da melhor tecnologia para tratamentos dermoestéticos.
- Segurança e garantia de qualidade do melhor hospital privado de Espanha.
A nossa equipa especialista em cancro da pele não melanoma
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