Reconstrução mamária

"As técnicas reconstrutivas têm evoluído muito nos últimos anos, o que nos dá a possibilidade de alcançar melhores resultados e uma melhor qualidade de vida para os pacientes".

DRA. CRISTINA AUBÁ GUEDEA
ESPECIALISTA. DEPARTAMENTO DE CIRURGIA PLÁSTICA, ESTÉTICA E RECONSTRUTIVA

Imagem do selo de reconhecimento Merco Salud 2025. Clínica Universidade de Navarra

Em que consiste a reconstrução mamária?

A reconstrução mamária é uma parte essencial no tratamento de uma doente com cancro da mama. Pode ser total ou parcial, utilizando próteses ou tecidos próprios.

O objetivo é conseguir uma aparência física melhorada, o mais semelhante possível à situação anterior, que ajude a doente a melhorar a sua autoestima.

A Clínica Universidad de Navarra conta com uma Área de Cancro da Mama formada por profissionais com ampla experiência. Os nossos cirurgiões plásticos estão altamente especializados e poderão iniciar as técnicas reconstrutivas o mais cedo possível, se assim o desejar a doente.

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Quando está indicada a reconstrução mamária?

A escolha da técnica de reconstrução mamária mais adequada para cada pessoa depende de diversos fatores, como a constituição corporal, a presença de excesso dermogorduroso em determinadas localizações, a necessidade ou não de administrar radioterapia, o estilo de vida ou as preferências de cada paciente.

Em qualquer caso, será o cirurgião plástico quem orientará cada pessoa sobre as opções e a técnica mais adequada para a realização do procedimento.

Foi-lhe diagnosticado um cancro da mama?

Pode ser possível realizar uma reconstrução mamária

Como se realiza a reconstrução mamária

A reconstrução mamária total é realizada nas mulheres às quais foi necessário remover toda a mama para o controlo do cancro da mama.

Existem diversas técnicas e cada uma tem as suas indicações e vantagens. A escolha de uma ou outra dependerá da decisão do cirurgião plástico, que avaliará as características de cada paciente.

  • Reconstrução mamária total com expansor-prótese.
  • Reconstrução mamária com músculo grande dorsal com prótese.
  • Reconstrução mamária total com tecidos da própria paciente.
  • Reconstrução mamária total com prótese direta e malha dérmica.

As técnicas de reconstrução parcial são utilizadas nas pacientes que sofreram a remoção de uma parte da mama (tumorectomia ou quadrantectomia).

Estas intervenções podem provocar defeitos que originam assimetrias mamárias evidentes e um aspeto antiestético.

Existem dois procedimentos, cuja indicação dependerá das características da paciente e da zona a reconstruir:

  • Técnicas de deslocamento. Indicadas nos casos em que a área a reparar não é demasiado extensa. Além disso, é necessário dispor de tecido circundante suficiente para reconstruir a zona afetada e obter um aspeto harmonioso e estético.
  • Técnicas de substituição. Quando a área a reconstruir é demasiado extensa e não pode ser reparada com os tecidos circundantes. Utilizam-se resseções parciais de tecidos distais.

O objetivo é alcançar o melhor resultado estético para a paciente. Para tal, existem várias técnicas que melhoram o aspeto tanto da mama reconstruída como da contralateral.

Reconstrução do complexo aréolo-papilar

É um procedimento simples, cuja aplicação está indicada aproximadamente seis meses após a última cirurgia mamária. Esta técnica pode ser realizada por via cirúrgica, sob anestesia local e com pele da região inguinal, ou através de tatuagem.

Simetrização da mama contralateral

A reconstrução mamária implica, por vezes, a realização de algum procedimento na mama contralateral para alcançar uma maior simetria.

Entre estes procedimentos encontram-se:

  • Redução: diminuição do tamanho da mama contralateral.
  • Pexia: elevação da mama contralateral.
  • Aumento: colocação de um implante mamário na mama contralateral.

Embora estes procedimentos possam ser realizados no mesmo momento da reconstrução, recomenda-se que sejam efetuados alguns meses mais tarde.

O linfedema é uma acumulação de líquido linfático no compartimento intersticial, que não consegue circular devido a uma alteração do sistema linfático.

É uma patologia com uma prevalência de até 40% em mulheres com cancro da mama.

Afeta, em muitos casos, de forma significativa a qualidade de vida das pacientes que dele sofrem.

O objetivo do tratamento cirúrgico é a diminuição do volume, a recuperação funcional, o desaparecimento da dor, a melhoria das condições da pele, a redução da fibrose e a prevenção e tratamento das infeções.

A Área de Cancro da Mama
do Cancer Center Clínica Universidad de Navarra

A equipa multidisciplinar da Área de Cancro da Mama da Clínica é especialista no acompanhamento de doentes com cancro da mama e está equipada com a tecnologia mais avançada para oferecer um diagnóstico preciso e um tratamento integral desta doença.

Em 2–3 dias, a doente dispõe dos resultados de todos os exames, podendo iniciar, em menos de uma semana, o seu tratamento personalizado.

Tratamentos especializados para o cancro da mama

  • Tratamento cirúrgico.
  • Tratamento com radioterapia.
  • Tratamento com quimioterapia.
  • Tratamento com hormonoterapia.
  • Tratamento com imunoterapia.
  • Outras terapias biológicas.
  • Reconstrução mamária.
Imagen de la fachada de consultas de la sede en Pamplona de la Clínica Universidad de Navarra

Porquê na Clínica?

  • Avaliação integral do doente.
  • Possibilidade de iniciar o tratamento personalizado uma semana após a primeira consulta.
  • Elevado índice de satisfação após a reconstrução.

A nossa equipa de profissionais